terça-feira, 13 de outubro de 2009

G1 > Mundo - NOTÍCIAS - Restituição de Zelaya à Presidência 'empaca' negociação em Honduras

G1 > Mundo - NOTÍCIAS - Restituição de Zelaya à Presidência 'empaca' negociação em Honduras: "Restituição de Zelaya à Presidência 'empaca' negociação em Honduras

Encontro discutiu principais pontos do acordo de San José.
País vive crise desde golpe e volta de presidente deposto.

Terminou sem acordo final a reunião entre os representantes do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e do governo interino do país para tentar uma saída para crise política no país.



O encontro, iniciado às 13h (horário de Brasília), tentou discutir os principais pontos do acordo de San José, entre os quais restituir Zelaya à Presidência.



Entenda a crise política em Honduras"

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Honduras decide hoje se Zelaya será restituído - Ricardo Noblat: O Globo

Honduras decide hoje se Zelaya será restituído - Ricardo Noblat: O Globo: "onduras decide hoje se Zelaya será restituído

Reunião entre zelaystas e golpistas abordará tema mais delicado da agenda e pode decidir desfecho do impasse

De Roberto Simon:

Ponto mais delicado da crise política em Honduras, a restituição do presidente deposto Manuel Zelaya deve ser debatida hoje, quando representantes do líder deposto e do governo de facto de Roberto Micheletti reunirem-se na mesa de negociação para dar continuidade ao diálogo.

A 'negociação de Guaymuras', como foi batizada a discussão entre os opositores hondurenhos, havia sido iniciada na sexta-feira.

Se confirmada a volta ao poder, Zelaya deixaria a embaixada do Brasil, o isolamento internacional imposto a Honduras seria levantado e se abriria o caminho para as eleições presidenciais de novembro.

Caso contrário, o desfecho dos 108 dias de crise em Honduras se tornará ainda mais incerto."

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Jornal do Brasil - Internacional - Negociação em Honduras é suspensa sem acordo, mas com avanços

Jornal do Brasil - Internacional - Negociação em Honduras é suspensa sem acordo, mas com avanços

Negociação em Honduras é suspensa sem acordo, mas com avanços

JB Online

TEGUCIGALPA - Após mais de sete horas, terminou sem acordo a reunião entre representantes do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e os do presidente interino Roberto Micheletti.

De acordo com participantes do encontro, que não contou com observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA), as negociações teriam avançado 90% com relação ao Acordo de San Jose, que prevê a volta de Zelaya e a não punição para os envolvidos no golpe. Também teria avançado a discussão sobre detalhes do retorno de Zelaya ao poder. As reuniões serão novamente iniciadas nesta quarta-feira.

Com informações da Globonews


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AFP: Honduras: diálogo avança seriamente, mas falta o mais difícil (OEA)

AFP: Honduras: diálogo avança seriamente, mas falta o mais difícil (OEA)

Honduras: diálogo avança seriamente, mas falta o mais difícil (OEA)

TEGUCIGALPA, Honduras — O diálogo entre o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e o governo de fato avança seriamente e, terça-feira, pode chegar a acordos fundamentais para a solução da crise política, embora o mais difícil ainda esteja pendente, disse neste domingo John Biehl, assessor do secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza.

O ponto mais difícil ao qual se referiu é a restituição de Zelaya, derrubado em 28 de junho e refugiado na embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, desde que voltou a seu país em 21 de setembro.

Os três negociadores de Zelaya e do governante de fato, Roberto Micheletti, se encontrarão novamente terça-feira, após uma pausa neste fim de semana para consultas em separado.

"Nas reuniões informais de ontem e de hoje, aproximamos muitos pontos para encontrar soluções na terça-feira", comentou o enviado de Insulza.

O dirigente sindical Juan Barahona, um dos três representantes de Zelaya na negociação, disse sábado à AFP que os dois lados haviam concordado, na mesa de diálogo, criar um gabinete conjunto e descartar uma anistia, mas que tudo dependeria da restituição do líder derrubado.

"Houve um avanço, por exemplo, não há anistia, não foi aprovada pelas duas comissões, e ficou certo que um governo de unidade nacional será formado", disse Barahona.

"Se ao final eles (os três delegados do regime de fato) disserem que não haverá restituição, de quê nos serviu ter avançado em outros assuntos? Terça-feira, vamos começar a discutir seriamente este ponto central", disse Barahona.

O diálogo entre as duas partes em Honduras começou quinta-feira com o objetivo de encontrar uma saída para a crise política instaurada com o golpe de Estado.

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CIA - The World Factbook -- Honduras

Map of Honduras CIA - The World Factbook -- Honduras --

dados socioeconomicos sobre Honduras
população de Honduras

7,792,854
country comparison to the world: 94 note: estimates for this country explicitly take into account the effects of excess mortality due to AIDS; this can result in lower life expectancy, higher infant mortality, higher death rates, lower population growth rates, and changes in the distribution of population by age and sex than would otherwise be expected (July 2009 est.
PIB de Hondura, tamanho de Honduras etc

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Honduras Travel Information and Travel Guide - Lonely Planet

Honduras Travel Information and Travel Guide - Lonely PlanetEarly evening sunlight over the beach huts at Roatan's Cocoview Resort.

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The Embassy of Honduras

The Embassy of Honduras - embaixada de Honduras

http://honduras.com/

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BBC Brasil - Notícias - Honduras ameaça retirar status diplomático da embaixada do Brasil

BBC Brasil - Notícias - Honduras ameaça retirar status diplomático da embaixada do Brasil

Honduras ameaça retirar status diplomático da embaixada do Brasil

Soldados hondurenhos apagam pichação em muro perto da embaixada brasileira em Tegucigalpa

Embaixada brasileira em Tegucigalpa permanece cercada por policiais

O governo interino de Honduras disse neste domingo que a embaixada do Brasil na capital hondurenha, Tegucigalpa, perderá seu status diplomático caso o país não cumpra o prazo de 10 dias para definir a situação do presidente deposto Manuel Zelaya, que está refugiado na representação brasileira.

"Se o status de Zelaya não for definido dentro de 10 dias, a embaixada vai perder sua condição diplomática", disse o ministro das Relações Exteriores do governo interino, Carlos López, em uma entrevista coletiva.

"Por cortesia, uma invasão do local não está sendo considerada", afirmou. López disse ainda que a embaixada vai se tornar uma residência privada.

Também no domingo, o governo interino decretou estado de sítio por 45 dias no país.

Em uma transmissão por cadeia nacional, o governo anunciou que concedeu às Forças Armadas e à polícia poderes para deter "toda pessoa que pôr em perigo sua própria vida e a dos demais" e para desalojar todas as instituições públicas em que estiverem sendo realizados protestos.

Há vários edifícios ocupados por grevistas que exigem a restituição da Presidência de Manuel Zelaya, deposto e expulso de Honduras em 28 de junho.

Na última segunda-feira, ele retornou ao país sem a autorização do governo interino, que cobra a sua prisão, e se refugiou na embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Seu status atual é de hóspede da embaixada. Ele disse em várias ocasiões que não tinha a intenção de pedir asilo ao Brasil.

O prazo de 10 dias para que o Brasil defina a situação do presidente deposto havia sido determinado pelo governo interino ainda na noite de sábado. No entanto, apenas na tarde deste domingo o governo esclareceu as medidas que pretende tomar caso o Brasil não cumpra suas exigências.

Lula

Antes mesmo das declarações de López, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia rejeitado o ultimato. Em entrevista coletiva concedida em Isla Margarita, na Venezuela, onde participou da 2ª Cúpula América do Sul-África, Lula disse que não aceita ultimato de governo "golpista" e que o Brasil não negocia com quem "usurpou o poder".

"O governo brasileiro não acata ultimato de golpista, e nem o reconheço como governo", afirmou o presidente. "A palavra correta é golpista. Usurpador de poder. Essa é a palavra correta, e o governo brasileiro não negocia com ele."

Lula disse ainda que o Brasil "tem dentro da sua embaixada um presidente legitimamente eleito pelo voto popular do povo de Honduras".

O chefe da embaixada brasileira em Tegucigalpa, Lineu Pupo de Paula, disse não acreditar que as declarações do governo interino tenham alguma repercussão prática.

O diplomata afirmou ainda que os funcionários da embaixada não pretendem entregar suas credenciais ou preparar-se para deixar o local.

A ameaça de revogar as credenciais diplomáticas do Brasil foi feita no mesmo dia em que um grupo de diplomatas da Organização dos Estados Americanos (OEA) foi impedido de entrar em Honduras.

Segundo o presidente da Comissão de Direitos Humanos de Honduras, Armando Veloz, os diplomatas vinham de El Salvador e, pouco depois de desembarcar no aeroporto de Tegucigalpa, foram impedidos de entrar no país.

O grupo iria preparar a chegada da missão principal da OEA, formada por 15 diplomatas e prevista para terça-feira, que vai tentar negociar uma solução para a crise política em Honduras.

'Ofensiva final'

O governo interino acusa o presidente deposto de "usar a embaixada para instigar a violência e a insurreição contra o povo hondurenho e seu governo constitucional".

Em um comunicado lido em uma rádio local, Zelaya chamou seus seguidores para se reunir em uma "ofensiva final" em Tegucigalpa para pressionar por sua restituição.

Lula disse que o ministro brasileiro de Relações Exteriores, Celso Amorim, telefonou ao presidente deposto, pedindo que ele deixasse de usar a sede da diplomacia brasileira para atividades políticas.

"Se o Zelaya extrapolar, vamos chamá-lo e dizer que não é politicamente correto utilizar a embaixada brasileira para ficar fazendo incitação a qualquer coisa além do espaço democrático que nós estamos dando para ele", disse Lula.

Além de Zelaya, cerca de 60 de seus seguidores também estão abrigados na embaixada, que permanece cercada por policiais.

No sábado, milhares de simpatizantes de Zelaya voltaram às ruas em um protesto para marcar os 90 dias da deposição do presidente e exigir seu retorno ao poder.

Eleições

Lula disse que a saída para a crise em Honduras depende das Nações Unidas e da OEA, "que exigiram a restituição imediata e incondicional de Zelaya à Presidência".

O presidente disse ainda que o governo brasileiro acatará qualquer pedido feito por esses organismos em relação à crise política em Honduras.

Lula também voltou a afirmar que a saída para a crise é a restituição de Zelaya à Presidência e a realização de eleições.

"Seria muito mais fácil resolver tudo isso se o Micheletti pedir desculpas, for embora, permitir que o presidente eleito volte, convocar eleições. Porque o povo de Honduras vivia em paz até então", afirmou.

O presidente disse que, caso contrário, a crise permanecerá, porque nenhum país reconhecerá a legitimidade do presidente que for eleito em um pleito organizado pelo governo interino.

As eleições gerais em Honduras estão marcadas para 29 de novembro. Dos seis candidatos presidenciais inscritos, quatro se mantêm na disputa. Os outros dois, representantes da esquerda, afirmam que não participarão do pleito se a ordem constitucional não for restituída com o regresso de Zelaya ao poder.

* Colaborou Claudia Jardim, enviada especial da BBC Brasil a Porlamar (Venezuela)

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Lula obedece Chávez e prejudica Honduras - VEJA.com

Lula obedece Chávez e prejudica Honduras - VEJA.com

Lula tem na política o instinto matador que caracteriza os grandes artilheiros do futebol tão admirados por ele. Na semana passada, essa habilidade abandonou o presidente da República. Ele esteve em Nova York para discursar na abertura da 64ª Assembleia Geral da ONU, palco privilegiado para fazer o que ele mais gosta e faz como poucos, enaltecer o Brasil aos olhos do mundo. Em sua fala Lula assinalou os avanços no uso de energias limpas no Brasil e mesmerizou os burocratas internacionais com ataques à caricatura do mercado onipotente. Ficou nisso. A maior parte do tempo passado sob os holofotes foi dedicada por Lula a falar de um país estrangeiro, Honduras, uma nação paupérrima sem nenhuma relação especial com o Brasil.

Politicamente instável, Honduras vem de ejetar do posto e exilar um presidente, Manuel Zelaya, pela tentativa de desrespeitar a Constituição e, por meio da convocação de um plebiscito, perpetuar-se no poder.



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Honduras - Wikipédia, a enciclopédia livre

Honduras - Wikipédia, a enciclopédia livre

Honduras é um país da América Central, limitado a norte pelo Golfo das Honduras, a norte e a leste pelo Mar das Caraíbas (por onde possui fronteira marítima com o território colombiano de San Andrés e Providencia), a sul pela Nicarágua, pelo Golfo de Fonseca e por El Salvador e a oeste pela Guatemala. Sua capital é Tegucigalpa.

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